equação Graceli dimensional relativista  tensorial quântica de campos 


[  /  IFF ]   G* =   /  G  /     .=   /

 G  = [DR] =            .= +  

+  G* =  = [          ] ω  , ,  / T] / c [    [x,t] ]  =  


//////





Em física de partículas, mecânica ondulatória e óptica, transferência de momento é a quantidade de momento transferido entre partículas durante uma interação.

No exemplo mais simples do espalhamento de duas partículas, durante uma colisão, com momentos iniciais que resultam nos momentos finais , a força de transferência é dada por

equação Graceli dimensional relativista  tensorial quântica de campos 


[  /  IFF ]   G* =   /  G  /     .=   /

 G  = [DR] =            .= +  

+  G* =  = [          ] ω  , ,  / T] / c [    [x,t] ]  =  


//////

onde a igualdade entre a diferença do momento inicial e final de cada partícula provém da conservação de momento. A transferência de momento é uma quantidade importante porque  é uma medida melhor para a resolução da distância típica de uma reação do que os momentos por si só.

Mecânica ondulatória e óptica

Uma onda tem uma momento , sendo uma quantidade vetorial. A diferença do momento da onda espalhada para a onda incidente é chamado de transferência de momento. O número de onda k é o absoluto do vetor de onda , e está relacionado com o comprimento de onda . Muitas vezes, a transferência de momento é dada em unidades de número de onda no comprimento recíproco 

equação Graceli dimensional relativista  tensorial quântica de campos 


[  /  IFF ]   G* =   /  G  /     .=   /

 G  = [DR] =            .= +  

+  G* =  = [          ] ω  , ,  / T] / c [    [x,t] ]  =  


//////





Em física do estado sólido, a Lei de Bragg está relacionada ao espalhamento de ondas que incidem em um cristal e fornece uma explicação para os efeitos difrativos observados nesta interação. Estes padrões são explicados relacionando os vetores de onda do feixe incidente e espalhado em uma rede cristalina para o caso de seu espalhamento elástico com os átomos do material.

No caso de ondas de raios X, ao atingirem um átomo, o campo elétrico da radiação provoca uma força na nuvem eletrônica acelerando as cargas livres do material (elétrons). O movimento dessas cargas re-irradia ondas que têm aproximadamente a mesma frequência, uma vez que o espalhamento não é totalmente elástico, podendo haver interações de criação e aniquilação de fônons, porém em uma escala de energia muito menor. Nesse modelo, as frequências da radiação incidente e espalhada são consideradas idênticas. As ondas emergentes interferem entre si construtiva e destrutivamente, gerando padrões de difração no espaço que podem ser medidos em um filme ou detector. O padrão de difração resultante é a base da análise difrativa, chamada difração de Bragg.

História

Representação esquemática da estrutura cristalina do cloreto de sódio.

A difração de Bragg (também chamada de formulação de Bragg da difração de raios X) foi proposta originalmente por William Lawrence Bragg e William Henry Bragg em 1913, em resposta à descoberta de que sólidos cristalinos produziam padrões intrigantes de reflexão de raios x (ao contrário, por exemplo, de um líquido). Eles descobriram que esses cristais, para alguns comprimentos de onda e ângulos de incidência específicos, produziam intensos picos de radiação refletida (conhecidos como picos de Bragg). O conceito de difração de Bragg se aplica igualmente a processos de difração de nêutrons e de elétrons[1]. Tanto os nêutrons quanto os raios X possuem comprimento de onda compatível com as distâncias interatômicas - da ordem de 150 pm - e, portanto, constituem uma excelente ferramenta para se explorar dimensões com essa ordem de grandeza.

W.L. Bragg explicou esse resultado empírico modelando o cristal como um conjunto de planos discretos, paralelos e separados por uma distância constante d, propondo que a radiação incidente produziria um pico de Bragg se as reflexões especulares de vários planos interferissem construtivamente, ou seja, se a diferença de fase entre as frentes de onda refletidas por planos consecutivos fosse de  radianos.

A lei de Bragg foi derivada pelo físico Sir William Lawrence Bragg.[2] em 1912 e apresentada pela primeira vez em 11 de novembro desse mesmo ano à Sociedade Filosófica de Cambridge. Embora simples, a lei de Bragg confirmou a existência de partículas reais na escala atômica, e forneceu uma nova e poderosa ferramenta para o estudo de cristais utilizando difração de raios X e nêutrons. William Lawrence Bragg e seu pai, Sir William Henry Bragg, foram laureados com o Prêmio Nobel de física em 1915 por seu trabalho em determinar estruturas cristalinas, a começar pelo cloreto de sódio, o sulfeto de zinco e o diamante. Eles são a única equipe formada por pai e filho a ganhar o prêmio conjuntamente. W.L. Bragg tinha 25 anos de idade, o que faz dele o mais jovem laureado pela Academia Real das Ciências da Suécia.

Condição de Bragg

Modelo de Bragg em duas dimensões
Modelo de Bragg em duas dimensões: A diferença de caminho óptico entre os dois raios é , onde  é a distância entre os planos considerados e , o ângulo de incidência.

A periodicidade do cristal faz com que haja planos de átomos separados por uma distância fixa nas diferentes direções do espaço. A difração de Bragg ocorre quando a radiação eletromagnética ou ondas de matéria de comprimento de onda comparável à distância entre dois planos de átomos é refletida especularmente por planos consecutivos.

Nota-se que partículas em movimento, incluindo elétrons, prótons e nêutrons têm um comprimento de onda associado de de Broglie dado por:

equação Graceli dimensional relativista  tensorial quântica de campos 


[  /  IFF ]   G* =   /  G  /     .=   /

 G  = [DR] =            .= +  

+  G* =  = [          ] ω  , ,  / T] / c [    [x,t] ]  =  


//////

 .

Nessa expressão,  é o momento linear da partícula.

A próxima equação é conhecida como Lei de Bragg. Para que haja uma diferença de fase entre dois raios igual a  radianos, é necessária a condição

equação Graceli dimensional relativista  tensorial quântica de campos 


[  /  IFF ]   G* =   /  G  /     .=   /

 G  = [DR] =            .= +  

+  G* =  = [          ] ω  , ,  / T] / c [    [x,t] ]  =  


//////

onde  é um número natural,  é o comprimento de onda da radiação incidente,  é a distância entre planos atômicos e  é o ângulo de incidência em relação ao plano considerado. Dessa maneira, existe uma dependência entre o ângulo de incidência e a intensidade da onda refletida. Como cada plano reflete de  a  do total da radiação incidente, há de  a  planos contribuindo para a reflexão total. Se os raios refletidos estão fora de fase, a soma das muitas contribuições (reflexões por planos diferentes) tenderá a zero, de maneira que podem ser observados picos localizados nos ângulos em que a condição de Bragg é satisfeita[3].

Densidade eletrônica

Análise de Fourier

Para melhor compreender o comportamento da onda espalhada, pode ser tomado como modelo um cristal perfeito, formado por uma célula primitiva que se repete no espaço. A descrição matemática do cristal é invariante sob uma translação espacial:

equação Graceli dimensional relativista  tensorial quântica de campos 


[  /  IFF ]   G* =   /  G  /     .=   /

 G  = [DR] =            .= +  

+  G* =  = [          ] ω  , ,  / T] / c [    [x,t] ]  =  


//////

 .

Nessa expressão os  são números inteiros e os vetores  são os vetores associados aos eixos do cristal, cujas magnitudes  são as distâncias entre sítios (pontuais) da rede nas direções . Todas as propriedades locais do cristal, como densidade de momento magnético, concentração de carga ou densidade eletrônica, serão invariantes sob uma translação da forma  para qualquer combinação de [4]

equação Graceli dimensional relativista  tensorial quântica de campos 


[  /  IFF ]   G* =   /  G  /     .=   /

 G  = [DR] =            .= +  

+  G* =  = [          ] ω  , ,  / T] / c [    [x,t] ]  =  


//////

 .

Essa periodicidade permite que se faça uma expansão da densidade eletrônica  em série de Fourier. Considerando primeiro apenas uma componente dimensional, vem:

equação Graceli dimensional relativista  tensorial quântica de campos 


[  /  IFF ]   G* =   /  G  /     .=   /

 G  = [DR] =            .= +  

+  G* =  = [          ] ω  , ,  / T] / c [    [x,t] ]  =  


//////

 .

Nessa expressão  e  são constantes reais e . É imediato que

equação Graceli dimensional relativista  tensorial quântica de campos 


[  /  IFF ]   G* =   /  G  /     .=   /

 G  = [DR] =            .= +  

+  G* =  = [          ] ω  , ,  / T] / c [    [x,t] ]  =  


//////

 .

Um ponto  é um ponto no chamado espaço recíproco do cristal. Os coeficientes da expansão serão tais que apenas os termos que condizem com a periodicidade do cristal no espaço real (das posições) poderão ser diferentes de zero.

É conveniente escrever a soma como uma exponencial complexa através da relação de Euler:

equação Graceli dimensional relativista  tensorial quântica de campos 


[  /  IFF ]   G* =   /  G  /     .=   /

 G  = [DR] =            .= +  

+  G* =  = [          ] ω  , ,  / T] / c [    [x,t] ]  =  


//////

Com essa notação, a expansão pode ser escrita como

equação Graceli dimensional relativista  tensorial quântica de campos 


[  /  IFF ]   G* =   /  G  /     .=   /

 G  = [DR] =            .= +  

+  G* =  = [          ] ω  , ,  / T] / c [    [x,t] ]  =  


//////

 .

Nessa expressão o somatório percorre todos os valores inteiros de p. O termo  agora é, em geral, um número complexo e, portanto, é necessário impor uma condição que faça com que  seja uma função real como originalmente. A condição

equação Graceli dimensional relativista  tensorial quântica de campos 


[  /  IFF ]   G* =   /  G  /     .=   /

 G  = [DR] =            .= +  

+  G* =  = [          ] ω  , ,  / T] / c [    [x,t] ]  =  


//////

faz com que

equação Graceli dimensional relativista  tensorial quântica de campos 


[  /  IFF ]   G* =   /  G  /     .=   /

 G  = [DR] =            .= +  

+  G* =  = [          ] ω  , ,  / T] / c [    [x,t] ]  =  


//////

 ,

que é uma função real.

Estender o argumento para três dimensões é algo direto:

equação Graceli dimensional relativista  tensorial quântica de campos 


[  /  IFF ]   G* =   /  G  /     .=   /

 G  = [DR] =            .= +  

+  G* =  = [          ] ω  , ,  / T] / c [    [x,t] ]  =  


//////

 .

O somatório triplo foi omitido para preservar a clareza da expressão, mas é importante lembrar que a soma é realizada sobre todos as combinações possíveis de  (definido na próxima subseção). Assim, é necessário encontrar um conjunto de vetores  que satisfaçam a relação de invariância por translação .

Tendo a expressão para a expansão de Fourier para densidade eletrônica, é possível obter os coeficientes da expansão em uma dimensão por meio de

equação Graceli dimensional relativista  tensorial quântica de campos 


[  /  IFF ]   G* =   /  G  /     .=   /

 G  = [DR] =            .= +  

+  G* =  = [          ] ω  , ,  / T] / c [    [x,t] ]  =  


//////

 .

Substituindo a expressão expandida para  na integral acima, vem:

equação Graceli dimensional relativista  tensorial quântica de campos 


[  /  IFF ]   G* =   /  G  /     .=   /

 G  = [DR] =            .= +  

+  G* =  = [          ] ω  , ,  / T] / c [    [x,t] ]  =  


//////

 .

O caso  faz com que o valor da integral seja

equação Graceli dimensional relativista  tensorial quântica de campos 


[  /  IFF ]   G* =   /  G  /     .=   /

 G  = [DR] =            .= +  

+  G* =  = [          ] ω  , ,  / T] / c [    [x,t] ]  =  


//////

 ,

pois  é um inteiro e . No caso , , de maneira que o valor da integral é  e . De maneira semelhante, pode ser invertido o caso tridimensional, obtendo

equação Graceli dimensional relativista  tensorial quântica de campos 


[  /  IFF ]   G* =   /  G  /     .=   /

 G  = [DR] =            .= +  

+  G* =  = [          ] ω  , ,  / T] / c [    [x,t] ]  =  


//////

 .

Nesse caso a integração é realizada sobre uma célula primitiva e  é o volume da mesma.

Rede recíproca

Podemos construir, a partir dos vetores da base , a base da rede recíproca[5]

ou de forma condensada, utilizando o tensor ou símbolo de Levi-Civita,

Por análise vetorial simples temos

onde  é o delta de Kronecker.

Definimos  como sendo um vetor da forma

equação Graceli dimensional relativista  tensorial quântica de campos 


[  /  IFF ]   G* =   /  G  /     .=   /

 G  = [DR] =            .= +  

+  G* =  = [          ] ω  , ,  / T] / c [    [x,t] ]  =  


//////


 ,

onde os  são números inteiros e os  são a base da rede recíproca. Estamos agora em condições de descrever a periodicidade de  combinando a definição de  e a expansão em coeficientes de Fourier de :

equação Graceli dimensional relativista  tensorial quântica de campos 


[  /  IFF ]   G* =   /  G  /     .=   /

 G  = [DR] =            .= +  

+  G* =  = [          ] ω  , ,  / T] / c [    [x,t] ]  =  


//////

O termo à direita pode ser escrito como 

e como todos os  são inteiros e a exponencial de  vezes um número inteiro é um, obtemos o resultado desejado, isto é, a invariância da densidade eletrônica, pois

equação Graceli dimensional relativista  tensorial quântica de campos 


[  /  IFF ]   G* =   /  G  /     .=   /

 G  = [DR] =            .= +  

+  G* =  = [          ] ω  , ,  / T] / c [    [x,t] ]  =  


//////

 .

Amplitude de Espalhamento

Definimos a amplitude de espalhamento como sendo uma função que depende da densidade eletrônica e dos vetores de ondas incidente e refletido  e , a princípio ondas planas monocromáticas:

equação Graceli dimensional relativista  tensorial quântica de campos 


[  /  IFF ]   G* =   /  G  /     .=   /

 G  = [DR] =            .= +  

+  G* =  = [          ] ω  , ,  / T] / c [    [x,t] ]  =  


//////


 .

As integrais são realizadas sobre o volume do cristal inteiro. Embora tenhamos considerado um modelo onde o cristal é perfeito e infinito, uma amostra macroscópica é aproximadamente infinita se comparadas as suas dimensões com as distâncias interatômicas de uma rede cristalina, da ordem de  metros[6]. O vetor de onda incidente tem a mesma energia que o vetor difratado, conforme a condição de espalhamento elástico considerando a rede cristalina como muito massiva e imóvel. A condição de conservação de energia é


 .

Definimos o vetor de espalhamento como sendo

equação Graceli dimensional relativista  tensorial quântica de campos 


[  /  IFF ]   G* =   /  G  /     .=   /

 G  = [DR] =            .= +  

+  G* =  = [          ] ω  , ,  / T] / c [    [x,t] ]  =  


//////


 ,

de maneira que a expressão anterior se torna

equação Graceli dimensional relativista  tensorial quântica de campos 


[  /  IFF ]   G* =   /  G  /     .=   /

 G  = [DR] =            .= +  

+  G* =  = [          ] ω  , ,  / T] / c [    [x,t] ]  =  


//////


.

Introduzimos agora a expansão em série de Fourier para  nessa expressão para obter

equação Graceli dimensional relativista  tensorial quântica de campos 


[  /  IFF ]   G* =   /  G  /     .=   /

 G  = [DR] =            .= +  

+  G* =  = [          ] ω  , ,  / T] / c [    [x,t] ]  =  


//////



 .

Quando o vetor de espalhamento é igual a algum vetor da rede recíproca, isto é,

 ,

a exponencial é nula e

.

Quando o vetor de espalhamento difere significantemente de qualquer vetor da rede recíproca, o grande número de oscilações da exponencial devido à variação de  dentro da integral faz com que  rapidamente tenda a zero.

Podemos reescrever a relação entre os vetores de onda e os vetores da base recíproca utilizando a definição do vetor de espalhamento

 .

Pela conservação da energia, obtivemos que as magnitudes dos vetores  devem ser iguais. Portanto, tomando o produto escalar dos dois lados:



Portanto,

equação Graceli dimensional relativista  tensorial quântica de campos 


[  /  IFF ]   G* =   /  G  /     .=   /

 G  = [DR] =            .= +  

+  G* =  = [          ] ω  , ,  / T] / c [    [x,t] ]  =  


//////


.

ou ainda

equação Graceli dimensional relativista  tensorial quântica de campos 


[  /  IFF ]   G* =   /  G  /     .=   /

 G  = [DR] =            .= +  

+  G* =  = [          ] ω  , ,  / T] / c [    [x,t] ]  =  


//////


 .

Pelas definições de rede recíproca, é possível mostrar que, se  é um vetor da rede recíproca, então  também é. Isso faz com que seja possível escrever a condição acima como

equação Graceli dimensional relativista  tensorial quântica de campos 


[  /  IFF ]   G* =   /  G  /     .=   /

 G  = [DR] =            .= +  

+  G* =  = [          ] ω  , ,  / T] / c [    [x,t] ]  =  


//////


 .

As últimas duas equações são formulações equivalentes da condição de difração de Bragg. O espaçamento  entre planos cristalinos paralelos entre si, normais à direção

 ,

onde h, k, l são inteiros, é dado por

equação Graceli dimensional relativista  tensorial quântica de campos 


[  /  IFF ]   G* =   /  G  /     .=   /

 G  = [DR] =            .= +  

+  G* =  = [          ] ω  , ,  / T] / c [    [x,t] ]  =  


//////


 .

Combinando a definição de ,



onde  é o comprimento de onda incidente, com a definição de produto escalar e do módulo de , temos:

equação Graceli dimensional relativista  tensorial quântica de campos 


[  /  IFF ]   G* =   /  G  /     .=   /

 G  = [DR] =            .= +  

+  G* =  = [          ] ω  , ,  / T] / c [    [x,t] ]  =  


//////


 ,

sendo  o ângulo entre os vetores  e  .

Conforme observamos acima, o vetor  é normal ao plano . Logo, o vetor  também é normal ao plano e o ângulo entre esse vetor e um vetor no plano considerado é . O menor ângulo formado entre o vetor de onda incidente  e o plano é, por análise geométrica, igual a


Modelo de Bragg em duas dimensões, relação entre os ângulos de incidência em relação ao plano cristalino e ao vetor -G, para obtenção da formulação usual da lei de Bragg
Modelo de Bragg em duas dimensões: Relação entre os ângulos de incidência e de espalhamento tomando como referência o plano cristalino e a vetor  para obtenção da formulação usual da lei de Bragg. Pela condição de reflexão especular, é possível deduzir que o ângulo entre os vetores de onda incidente e refletido é de 




ou rearranjando os fatores:

equação Graceli dimensional relativista  tensorial quântica de campos 


[  /  IFF ]   G* =   /  G  /     .=   /

 G  = [DR] =            .= +  

+  G* =  = [          ] ω  , ,  / T] / c [    [x,t] ]  =  


//////


 .

Podemos reescrever a condição de Bragg utilizando o ângulo entre o vetor incidente e o plano, ao invés de considerar o ângulo entre o vetor incidente e o vetor , utilizando a relação

equação Graceli dimensional relativista  tensorial quântica de campos 


[  /  IFF ]   G* =   /  G  /     .=   /

 G  = [DR] =            .= +  

+  G* =  = [          ] ω  , ,  / T] / c [    [x,t] ]  =  


//////




Assim, recuperamos o resultado obtido pela análise geométrica simples, escrito à maneira usual da formulação da lei de Bragg:

equação Graceli dimensional relativista  tensorial quântica de campos 


[  /  IFF ]   G* =   /  G  /     .=   /

 G  = [DR] =            .= +  

+  G* =  = [          ] ω  , ,  / T] / c [    [x,t] ]  =  


//////


 .

Aqui,  é o ângulo entre o vetor de onda e o plano cristalino descrito pelos inteiros h, k e l. Existe uma diferença entre essa equação e a primeira equação apresentada aqui como condição de difração, a saber, a multiplicação do lado direito da equação por um número inteiro. Isso se dá pelo fato dos índices de Miller poderem conter um fator comum n, que é eliminado no processo de obtenção dos mesmos. Fisicamente, isso significa que a expressão

equação Graceli dimensional relativista  tensorial quântica de campos 


[  /  IFF ]   G* =   /  G  /     .=   /

 G  = [DR] =            .= +  

+  G* =  = [          ] ω  , ,  / T] / c [    [x,t] ]  =  


//////




dá a condição de difração de Bragg para um plano de índices de Miller .


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog